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ASTRAZENECA DO BRASIL MANTÉM CRESCIMENTO ACIMA DA MÉDIA DO MERCADO BRASILEIRO EM 2009
 
O laboratório cresceu 20,7% em 2009, de acordo com dados do IMS Health

A AstraZeneca registrou no Brasil um crescimento acima da média do mercado farmacêutico. Segundo dados do IMS Health, as vendas brutas no varejo (em farmácias e drogarias) totalizaram R$ 746,8 milhões no acumulado de 2009. O crescimento da AstraZeneca no ano foi de 20,7%, enquanto o mercado registrou evolução de 14,3%. Com isso, a empresa ficou na nona posição da classificação da indústria pelo IMS, com 3,5% de participação de mercado.
Um dos produtos que impulsionaram o bom desempenho da empresa foi Crestor (rosuvastatina), para controle do colesterol e aterosclerose, que teve um crescimento de 45% em 2009. Outro medicamento de destaque foi Seroquel, indicado para tratamento da esquizofrenia e do transtorno bipolar.
Contabilizando as vendas em farmácias, hospitais e os negócios institucionais, no acumulado de 2009, a filial brasileira do laboratório anglo-sueco atingiu um faturamento bruto de R$ 1,4 bilhão, com evolução de 16,6% em relação ao ano anterior, segundo dados do Grupemef. O número é quase o dobro da média do mercado, que teve evolução de 8,6% no ano passado.
“A AstraZeneca vem sustentando um crescimento acima da evolução do mercado no Brasil, acompanhando o desenvolvimento de nosso País em busca da consolidação de uma posição de destaque no cenário mundial”, afirma o presidente da AstraZeneca do Brasil, Rubens Pedrosa.

Receita global cresce 7% em 2009

A AstraZeneca encerrou 2009 com receita global de US$ 32,8 milhões, um incremento de 7% em comparação com o ano anterior, a taxas constantes de câmbio. Já o lucro operacional aumentou 23%, atingindo US$ 13,6 bilhões. O destaque no cenário global da companhia foram os resultados dos mercados emergentes, que tiveram um crescimento de 12% nas receitas, respondendo por 13% do faturamento total da companhia no último ano. “Em 2009 tivemos um bom desempenho financeiro, ultrapassando as metas estabelecidas no início do ano. Além disso, o pipeline teve um significativo progresso: agora temos cinco produtos aguardando aprovação regulatória e mais quatro medicamentos em estágio final de desenvolvimento”, disse David Brennan, CEO da AstraZeneca.
A empresa também anunciou que dará continuidade a seus programas de reestruturação no sentido de alcançar maior produtividade, em particular nas áreas de pesquisa e desenvolvimento e de infraestrutura de suporte aos negócios, concentrando-se em áreas terapêuticas de sua especialidade.  O cronograma de implementação destes programas estende-se até 2014 e, quando concluídos, trarão uma redução adicional  de cerca de 8.000 postos de trabalho.
Desde 2007, quando este programa foi anunciado pela primeira vez, 12.600 posições de trabalho foram removidas de vários pontos da organização.  Entretanto, neste mesmo período, a AstraZeneca criou outros 8.000 postos de trabalho em áreas onde as oportunidades de crescimento estão presentes, como por exemplo em produtos biológicos e nos mercados emergentes (Brasil incluído). Atualmente a AstraZeneca emprega 63.000 colaboradores.
 
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