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Epharma desenvolve programa de acolhimento no retorno da licença à maternidade

Olhar com cuidado para a maternidade dentro de uma empresa já não é mais apenas um benefício ou diferencial, mas uma maneira indispensável de humanizar o mundo corporativo. Zelar pelas pessoas que geram os negócios é assegurar o bem-estar dos colaboradores e, consequentemente, maior potencial e contentamento profissional. Com isso em mente, a epharma, plataforma pioneira em gestão de benefícios em medicamentos no Brasil, que conta com 73% de seu quadro de colaboradores constituído por mulheres, sendo 30% delas mães, acaba de anunciar seu programa de apoio às mães no retorno do período de licença-maternidade.

Para grande parte das mães, a volta ao trabalho depois da licença é um momento delicado, de muitas dúvidas, angústias e incertezas. Uma nova adaptação. Com isso, o programa ‘Coaching Maternidade’ da epharma ajuda a mulher a se adaptar à nova rotina, por meio de um ciclo de 120 dias de acompanhamento, com direito à rodas de conversas periódicas com outras mães da companhia, sessões individuais com coach especialista em maternidade e alinhamento entre gestor, RH e coach - mulheres e mães com carreira executiva que atuam como consultoras sêniores -, nas quais são compartilhadas as necessidades desta profissional.

"Sem dúvidas, esse é um momento delicado para a nova mamãe e, para contribuir com essa fase de transição, acreditamos que, além de muito planejamento, o apoio da liderança é fundamental no retorno às atividades. Além disso, temos ciência das dificuldades e inseguranças que a mulher enfrenta ao abdicar do tempo com seu filho para retornar ao trabalho. Por isso, fazemos questão de acompanhá-las de perto, demonstrando nosso suporte que vai além da flexibilidade nos horários de amamentação e possíveis interrupções nas rotinas de trabalho, mas para ouvi-la e acolhê-la na forma mais humana do nosso dia a dia. São histórias reais que fazem a diferença", explica Juliana Felismina Ferreira, gerente de RH da epharma.

A primeira sessão com a coach especialista em maternidade começa um pouco antes do retorno da mãe à empresa, para uma conversa inicial sobre as expectativas da reintegração da profissional. Em sua volta, acontece a primeira roda de conversa de acolhimento, em conjunto com outras mães. Nessas conversas, que acontecem a cada 30 dias, diversas temáticas relevantes são discutidas, com o objetivo de promover trocas de experiências. Após um mês, mais uma sessão individual acontece, até completar 120 dias após seu retorno. Ao longo desse período, a coach se reúne periodicamente com o RH e com o gestor da profissional, no intuito de alinhar possíveis suportes, assistência ou amparo extra.

"Queremos tornar essa transição mais acolhedora para a nova mamãe, promovendo a reintegração dela com toda rotina da área, mas, sobretudo, mostrando o gestor e toda empresa, como aliadas a essa fase que, muitas vezes, é seguida de alto turnover de talentos, algo que no mercado como um todo, deve ser evitado", complementa Juliana.

Mães no mercado de trabalho

Prova disso é a pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), com 247.455 brasileiras que retornaram da licença-maternidade, que indica que metade das mulheres ficam desempregadas em até um ano após o parto. Os motivos para a saída são inúmeros: insegurança em relação a nova fase da vida, falta de vagas em creches, demissão ou até mesmo renda insuficiente para contratar alguém para cuidar da criança. Além disso, nos Estados Unidos, de acordo com análise do Federal Reserve de San Francisco, cerca de 1,4 milhão de mães deixaram o mercado de trabalho em decorrência da pandemia.

Outro dado que assusta pertence ao estudo Estatísticas de Gênero, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em março deste ano, o qual diz que apenas 54,6% das mães, de 25 a 49 anos que têm crianças de até três anos em casa, estão empregadas. A maternidade negra, nesta mesma situação, representa uma taxa ainda menor: menos da metade está no mercado de trabalho (49,7%).












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