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BD promove webinar sobre sepse para capacitar sobre complicação responsável por 20% das mortes globais

No próximo dia 15 de setembro, às 19h, será realizado o webinar sobre sepse, complicação que acomete milhões de pacientes no mundo todos os anos. Promovido pela BD - empresa de tecnologia médica - o evento é direcionado a profissionais de saúde e conta com a participação de representantes de instituições referência no controle de sepse no país. Os especialistas debaterão como boas práticas de controle podem salvar vidas e reduzir impactos econômicos para as instituições.

"Promover um evento como esse é uma oportunidade de trocarmos informações e conhecermos o que há de mais avançado no tratamento das sepses", explica Glais Libaroni, Gerente Medical Affairs para América Latina.

Sepse é o resultado de uma série de problemas e manifestações graves causadas por uma infecção. Antigamente conhecida como infecção generalizada, ainda hoje representa um desafio, principalmente nas UTIs, sendo uma das principais causas de morte ao redor do mundo e afetando, inclusive, o tratamento de pacientes com covid-19.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca 11 milhões de pessoas morrem devido à sepse em todo o mundo anualmente, o que representa aproximadamente 20% de todas as mortes globais .

Horário: 19h
Gratuito
Inscrições: https://www.webmeeting.com.br/?code=W1TVM&password=GG452

Agenda

• O papel da antissepsia eficaz na coleta de hemocultura: impactos econômicos e jurídicos para o profissional da saúde e para à instituição
Eduarda Ribeiro - Enfermeira no Hospital Israelita Albert Einstein HIAE (SP), primeira secretária no COREN e advogada.

• Uso de coleta fechada para hemocultura - Impactos no fluxo de trabalho e indicadores
Mariana Teixeira - Farmacêutica-Bioquímica do Laboratório Tommasi, responsável técnica pela laboratório no Hospital Santa Rita (ES), mestre em Doenças Infecciosas pela UFES.

• Práticas Gold Standard para hemocultura - como a coleta pareada e outros indicadores podem ajudar o clínico no controle da sepse. Quando considerar uma hemocultura contaminante?
Fábio Motta - Médico pediatra, gerente do Núcleo de Pesquisa Clínica e do Núcleo da Qualidade e coordenador do Programa de Stewardship de Antimicrobianos do Hospital Pequeno Príncipe (PR)
 












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