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Pesquisa sobre vacina para alergia ao pólen será anunciada no WISC 2014

O resultado de uma pesquisa realizada no Brasil sobre componentes de plantas alergênicas, em pacientes com rinite persistente e com sintomas de polinose, será divulgado durante o WISC 2014 - Conferência Científica Internacional da WAO (World Allergy Organization), que acontecerá em conjunto com o XLI Congresso Anual da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), que acontece de 06 a 09 de dezembro, no SulAmérica Convention Center, no Rio de Janeiro.

A polinose é uma doença alérgica, de caráter regional, comum no Sul do País. Descrita há cerca de 40 anos, hoje é integrada à prática de alergia e de diagnóstico preciso e fácil para o especialista. A escolha de extratos alergênicos para o tratamento é o ponto crítico que será abordado. Quais as espécies a serem escolhidas? Há extratos padronizados?
Apesar do azevém (Lolium multiflorum) ser a principal gramínea causadora da polinose, outras espécies como Poa annua, Paspalum notatum e Cynodon dactylon (grama comum de jardim) foram os componentes alergênicos estudados na pesquisa, devidamente destacados como espécies que entravam em cena, justificando a manutenção dos sintomas, prevalentes  nos meses de setembro a dezembro, e a intensificação da alergia com o passar dos anos. 

O Diretor para Assuntos Internacionais da ASBAI e responsável pela pesquisa que será anunciada no WISC 2014, Dr. Nelson Rosário, explica que utilizar extratos alergênicos destas espécies para cobrir a imensa maioria de alergia a pólen nos estados do Sul do Brasil é fundamental para produzir a imunoterapia específica. “Os extratos testados possuem identidade antigênica própria e não se confundem em reação cruzada por antígenos comuns”, detalha o médico. 

Vacina – Os medicamentos por via oral, inalatório ou de uso tópico nem sempre agradam aos pacientes, ainda mais quando o tratamento é prolongado. Com mais de 100 anos de sua introdução na prática clínica, a imunoterapia específica para alérgenos, também conhecida como vacina para alergia, é uma maneira segura e pode ser utilizada nos cuidados desses pacientes. 

“Ela foi introduzida na prática médica para o tratamento de rinite causada por polens e é recomendada em diretrizes nacionais e internacionais, como única forma terapêutica específica para este distúrbio, em crianças e adultos, com potencial curativo da rinite e preventivo de asma e de novas sensibilizações. A administração subcutânea de alérgenos é a principal via de aplicação da imunoterapia no tratamento de doenças alérgicas”, comenta Dr. Rosário. 

A seleção de extratos para a produção da vacina específica para a alergia ao pólen deve ser manipulada e personalizada para a situação clínica de cada paciente.
WISC 2014 - Conferência Científica Internacional da World Allergy Organization - WAO e XLI Congresso Anual da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI).

Mais informações: http://www.worldallergy.org/wisc2014/registration/
 

 












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