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Abradilan faz viagem técnica para conhecer de perto tendências do mercado farma na África

É cada vez mais importante que as empresas invistam na capacitação dos colaboradores. Diante da instabilidade econômica pela qual o Brasil atravessa, muitos profissionais tiveram que acumular funções, assumir novas responsabilidades e dividir o tempo entre antigas e novas tarefas. Em contrapartida, elas se encontraram em um cenário onde é preciso produzir mais e com equipes e recursos reduzidos. O investimento no desenvolvimento e capacitação de líderes, executivos e funcionários é a escolha mais sábia que um gestor pode fazer nesse momento.
 
Pensando nisso, a Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan), entidade que reúne 140 empresas distribuidoras de medicamentos, higiene, beleza e nutrição promoveu mais uma VTI - Viagem Técnica Internacional para os associados com o objetivo de buscar experiências e trazer know-how dentro do setor. Cerca de 40 associados conheceram de perto o cenário econômico e político local dentro e fora da sala de aula, além das inovações do mercado farma na Cidade do Cabo, África do Sul.
 
A Abradilan tem investido em viagens técnicas internacionais há alguns anos. Segundo Maria Cristina Amorim, diretora executiva da associação, o grupo já esteve em Milão, Orlando, Toronto, Cidade do México e Lisboa. “As viagens são muito valorizadas pelos participantes pois proporcionam uma visão global do negócio, aprendizagem e troca de experiências em nível internacional e a possibilidade de perceber tendências que podem chegar ao Brasil”, explica.
 
O roteiro da visita técnica realizada na África do Sul foi organizado pela Fundação Dom Cabral em parceria com a Universidade da Cidade do Cabo. Nele ocorreram encontros e apresentações com professores, discussões com autoridades governamentais e executivos sul-africanos, além das visitas a distribuidoras e farmácias daquele país. Durante a programação, o grupo pôde perceber que, embora o momento de negócios no país esteja comprometido, é notável que há mais autonomia e possibilidade de desenvolvimento de negócios.
 
“A África do Sul é um país no qual o sistema de saúde também é marcado pelo segmento público e privado, assim como no Brasil”, afirma Cristina. Segundo a executiva, a instância de regulação sanitária e econômica foi construída recentemente com base em algumas medidas da Anvisa. “Notamos que o empreendedorismo privado no Brasil é muito mais intenso que na África do Sul, o que nos dá mais eficácia na oferta de produtos de saúde à população”, comenta a diretora executiva da Abradilan. 












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