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EMS participa de fórum em Campinas para discutir a entrada de empresas latino-americanas no mercado global de saúde

A EMS participou do II Fórum de Inovação e Acesso a Mercados Globais de Saúde, que aconteceu no Hotel Vitória Concept, em Campinas, no interior de São Paulo, com o objetivo de reforçar a discussão em torno da presença de empresas latino-americanas no mercado global de saúde, passando a atuar como protagonistas ao lado de grandes players como Estados Unidos, Alemanha, Japão, França, Índia e China. A ideia do evento é que empresas de saúde latino-americanas, com destaque para as farmacêuticas, reúnam forças para diminuir as barreiras que hoje se impõem e para capturar parte desse mercado, de forma a ampliarem o acesso a produtos inovadores aos povos que mais necessitam deles mundialmente.

O evento foi um desdobramento do I Fórum, realizado com o mesmo público em outubro de 2018, em Buenos Aires, na Argentina, além de um alinhamento sobre os próximos passos da "Carta de Buenos Aires" – documento elaborado após o primeiro encontro e enviado aos ministros de saúde do G-20 para reforçar o potencial da região para atuar de maneira decisiva nesse segmento mundialmente. A ideia também é fomentar a discussão do cenário latino-americano no que tange à produção e disponibilização, para as nações mais pobres do globo, de medicamentos voltados para doenças epidêmicas.

"Unidas, as farmacêuticas da América Latina têm o potencial de atuar de forma competitiva no mundo inteiro, e contribuir ativamente para suprir necessidades de saúde, oferecendo terapias inovadoras, acessíveis e de excelência a todos os povos. O Brasil tem totais condições de assumir esse protagonismo com seus conterrâneos latinos", diz Carlos Sanchez, presidente do Conselho de Administração do Grupo NC, holding detentora da EMS.

A EMS, com 55 anos de história, tem se dedicado com intensidade à pesquisa e desenvolvimento, à expansão dos negócios dentro do País e também à internacionalização da marca, com estudos próprios ou realizados em parceria com grandes centros de inovação no mundo. "Exportamos para mais de 40 países na Europa, África, Ásia, Oriente Médio e na própria América Latina; estamos presentes em importantes países com a fabricação e comercialização de medicamentos e, ainda, com pesquisa de ponta ligada, por exemplo, à oncologia, virologia e imunologia, e com compromissos sociais ambiciosos assumidos perante o mercado internacional. Estamos prontos para ampliar os horizontes", afirma.

A EMS, por exemplo, firmou em 2017 parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS) para erradicação, no planeta, nos próximos anos, da bouba – uma infecção bacteriana crônica e contagiante que afeta a pele e, em casos mais avançados, compromete os ossos e cartilagens. A doença acomete principalmente crianças em comunidades pobres e ainda se faz presente em 13 países.

Só no Brasil, em 2017, foram movimentados R$ 69,5 bilhões pela indústria farmacêutica, segundo dados do Anuário Estatístico do Mercado Farmacêutico, publicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 












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