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Raia Drogasil prevê terminar 2019 com crescimento perto da inflação

O comando do grupo RD (Raia Drogasil) disse nesta terça-feira, em teleconferência com analistas, que os resultados do primeiro trimestre mostram que o intervalo é um período de inflexão para empresa, após resultados mais fracos no ano passado. E a companhia ainda disse acreditar que, no fim do ano, as lojas maduras do grupo devem crescer perto da taxa de inflação, afirmou o diretor Eugenio De Zagottis. Essas lojas tinham desacelerado o crescimento no ano passado.

“Esperamos terminar o ano com crescimento perto da inflação para essas lojas e aí a gente pode voltar a falar em recuperação de margem”, afirmou ele, ao ressaltar que não se trata de previsão ao mercado. “Nesse contexto, estamos esperando um segundo trimestre melhor”. Zagottis ainda disse que o mercado tem desacelerado investimentos, com menor saldo líquido entre aberturas e fechamentos, mas empresa vai sustentar a expansão. O grupo registrou, no primeiro trimestre de 2019, lucro de R$ 88,5 milhões, queda de 27% na comparação anual. A receita, na mesma base, avançou 15%, para R$ 3,95 bilhões.

O resultado foi prejudicado por um aumento de 18% nas despesas operacionais, que passaram de R$ 850,6 milhões para pouco mais de R$ 1 bilhão. Zagottis disse que não há mais um ambiente de guerra de preços no setor. Ele também afirmou que esse ambiente competitivo mais tranquilo abre espaço para uma recuperação neste ano do desempenho das lojas maduras — pontos afetados pela desaceleração da empresa em 2018. “Os preços de genéricos recuaram, mas já se estabilizaram. Não há ambiente de guerra de preços, mas de acomodação geral. E com um ambiente concorrencial mais tranquilo, com ‘players’ preocupados mais com rentabilidade, a tendência caminha para isso [melhor desempenho de lojas maduras]”, disse ele.

“Houve uma pressão maior em rentabilidade [no primeiro trimestre] em parte por causa de despesas com logística, mas o lado positivo é que vemos um caminho mais sólido de recuperação de vendas [em 2019], disse ele. A Raia Drogasil ainda disse que espera, no segundo trimestre do ano, a manifestação do Cade, órgão de controle semestre concorrência, sobre a compra da Onofre. O executivo disse que não vê “risco concorrencial” com a operação e disse que a empresa “tinha Ebitda bastante negativo”. Sobre a operação da sua rede Farmasil, focada em camada mais popular de consumo, a companhia disse que o modelo está em reestruturação neste ano para voltar a um crescimento mais forte em 2020.

Fonte: Valor On-line












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