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Memorial da América Latina, em parceria com a SBU-SP, conscientiza visitantes sobre a prevenção do câncer na próstata

Acontece entre os dias 09 e 10 de novembro, o tradicional Festival Gastronômico, no Memorial da América Latina, apoiado pelo presidente Jorge Damião, em parceria com a Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo. A fundação cederá espaço para conscientizar os visitantes sobre a importância de buscar a prevenção e o diagnóstico precoce para que os pacientes, sobretudo o homem, tenham mais qualidade de vida e chances de sobrevida. A ação, que acontece nos dois dias, das 11h às 14h, horário de maior pico, tem como objetivo alertar a população sobre os riscos da doença, prevenção, diagnóstico, tipos de tratamento, exames recomendados para detecção, quando começar, entre outros temas.
 
A SBUSP (Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo) que completou 50 anos de existência este ano, dará início a mais uma campanha para todo o Estado. Com o mote “A saúde do homem vai além da próstata – procure o urologista”, a entidade realiza desde 2004 e, anualmente, ações de conscientização sobre saúde masculina. “Na maioria dos casos é a mulher que conscientiza o homem sobre a importância de buscar ajuda e orientação médica. O receio de fazer o exame de toque tem ficado para trás à medida em que o homem se cuida mais e busca o urologista regulamente. No entanto, alguns hábitos de vida, como a falta de exercícios e uma alimentação inadequada, contribuem para um atraso na qualidade de vida”, alerta o Dr. Flavio Trigo, presidente da SBU-SP e coordenador do Centro de Incontinência Urinária do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
 
Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o câncer é a segunda principal causa de morte no mundo, sendo responsável por 9,6 milhões de óbitos registrados no último ano. É apontado como o maior medo confessado por 27% dos brasileiros, segundo levantamento feito pelo Datafolha. No Brasil, de acordo com o Balanço divulgado pelo INCA - Instituto Nacional do Câncer, revela que serão mais 70 mil novos casos da doença até o fim do ano.
 
Campanha Novembro Azul

Poucos sabem, mas a data teve início na Austrália em 2003, liderado por um grupo de homens que combinaram de deixar o bigode – símbolo maior da masculinidade, para, assim, atrair a atenção do maior número de pessoas possíveis. Ganhou o nome de “Movember Foundation”, aproveitando as comemorações do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata. Atualmente, é realizada em mais de 20 países, conquistando muitos adeptos, inclusive no Brasil.

Durante o mês de novembro, com o apoio do Departamento de Iluminação Pública – ILUME, e da Prefeitura de SP, monumentos públicos da capital paulista serão iluminados como a Ponte Octávio Frias de Oliveira – chamada popularmente de Estaiada, Viaduto do Chá, Edifício Matarazzo (Sede da Prefeitura) e Biblioteca Mario de Andrade.  Estão previstas, ainda, conscientização nos pedágios das rodovias estaduais administradas pela CCR AutoBan, além de palestras de conscientização em empresas como Azul Linhas Aéreas, Klabin, ESPM, Dersa, Santos Futebol Clube, entre outros.

“A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. Homens a partir dos 45 anos e com fatores de risco, ou 50 anos sem estes fatores, devem procurar o urologista para que sejam informados sobre os benefícios do rastreamento, e se defina uma estratégia personalizada de avaliação e acompanhamento”, alerta Dr. Flavio Trigo, presidente da SBU – seccional São Paulo.

Atualmente, cerca de 20% dos pacientes são diagnosticados em estágios avançados, embora tenha ocorrido um declínio importante nas últimas décadas, em decorrência de políticas de rastreamento da doença e maior conscientização da população, de acordo com a SBU. Se diagnosticado inicialmente, a cura pode chegar a 90% dos casos. Os fatores de risco mais comuns são o fator genético, ou seja, casos de pessoas na família com histórico de câncer de próstata: pai, irmão e tio, obesidade, idade e pessoas da raça negra, aonde a incidência de casos é maior. A Sociedade Brasileira de Urologia mantém sua recomendação de que homens a partir de 50 anos devem procurar um profissional especializado e o rastreamento deverá ser realizado após ampla discussão de riscos e potenciais benefícios.

 












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