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Brasil é o quinto País no mundo com o maior número de pessoas com diabetes

Levantamento do IDF (International Diabetes Federation) mostra que 1 em cada 2 adultos com diabetes no mundo não é diagnosticado. No Brasil, 16,8 milhões de pessoas entre 20 e 79 anos possuem a doença, o que coloca o País na quinta posição mundial, atrás de China, Índia, Estados Unidos e Paquistão. A projeção é que sejam 21,5 milhões de brasileiros em 2030 e 26 milhões, em 2045 com a doença.

Com o objetivo de gerar conscientização da importância da prevenção e detecção precoce, além fornecer informação sobre a doença, durante o mês de novembro a Roche Diabetes Care realizou campanhas para impactar as pessoas sobre o diabetes, uma delas foi a ação #DiabetesNãoMePara, na Avenida Paulista (SP), que contou com equipe de 15 profissionais da saúde e realizou mais de 700 testes de glicemia e quem estivesse com a glicose alterada, ganhou um kit de monitoramento Accu-Chek, composto pelo novo glicosímetro Accu-Chek Guide, lanceta e tiras para incentivar que o monitoramento do diabetes seja feito.

No total, cerca de 25 mil pessoas foram impactadas pela ação na Avenida Paulista, que contou com o apoio institucional da Sociedade Brasileira de Diabetes (SDB), Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (ANAD), Associação de Diabetes Juvenil (ADJ) e IDF-SACA (International Diabetes Federation – South and Central America).

No Dia Mundial do Diabetes, a Roche Diabetes Care doou mais de 162 mil tiras de testes de glicemia realizados por diversas cidades do País. “Vamos continuar trabalhando para impactar e incentivar as pessoas para ter uma vida mais equilibrada, com boa alimentação e prática de exercícios. Estamos de acordo com o objetivo de, até 2025, ajudar as pessoas com diabetes em todo o mundo a pensar menos na sua rotina diária com a doença, para que possam obter um real alívio, no seu dia a dia”, afirma Paulo Quartim Barbosa, diretor geral da Roche Diabetes Care.

“O diabetes é caracterizado pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue. Sem insulina, a glicose não consegue entrar nas células e permanece no sangue, aumentando o nível de glicemia (açúcar no sangue). Pode causar várias complicações no paciente, como doença cardíaca, lesão na retina, lesão do rim e disfunção erétil. O diagnóstico precoce é essencial, portanto, porque pode prevenir ou retardar o crescimento desses problemas", explica Mariana Vilela Pereira, endocrinologista e consultora da Roche Diabetes Care.

 Os dois tipos mais comuns de diabetes são:

Diabetes Tipo 1 (DM1): aparece geralmente na infância ou adolescência. De início rápido, seus sintomas são mais evidentes (muita sede, muita fome e perda de peso). Requer tratamento com insulina.

Diabetes Tipo 2 (DM2): Normalmente diagnosticado em adultos, apresenta poucos sintomas e está associado a obesidade, sedentarismo e fatores hereditários. Normalmente é tratado com medicamento oral.

O controle dos níveis de glicemia é fundamental para manter as taxas de glicose em ordem, sempre respeitando o limite de 70mg/dL a 180 mg/dL. As principais práticas de combate à doença incluem alimentação saudável, prática de exercícios físicos e controle da glicemia.

Diabetes gestacional: caracterizada pelo aumento dos níveis de glicose no sangue durante a gravidez, esse tipo de diabetes pode trazer complicações à saúde da mulher, como problemas renais e hipertensão, e do bebê, que pode ter seu pâncreas sobrecarregado e risco de hipoglicemia (baixa brusca da glicose do sangue). As principais recomendações para não ter esse tipo de diabetes é ter uma dieta equilibrada e praticar exercício físico.

 












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