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AstraZeneca e Fiocruz: detalhes do para suprimento da vacina contra a COVID-19 AZD1222 no Brasil

Como desdobramento da Carta de Intenções divulgada no mês de junho pelo Ministério da Saúde, a AstraZeneca e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), representando o governo Brasileiro, assinaram hoje o Memorando de Entendimento (Memorandum of Understanding - MoU, em inglês) para a produção local, distribuição e comercialização da vacina contra a COVID-19, AZD1222.

O acordo prevê a compra de 100.4 milhões de doses da vacina sob risco pelo Governo Federal Brasileiro, além de uma licença à Fiocruz para a produção, distribuição e comercialização da Vacina para o mercado público brasileiro. Nessa primeira fase, a instituição receberá o insumo farmacêutico ativo e será capacitada para finalizar a fabricação do produto acabado.

Daniel Tripa, Presidente interino da AstraZeneca no Brasil, enfatizou: "Como biofarmacêutica global, desempenhamos com responsabilidade nosso papel de apoiar governos e instituições de todo o mundo no combate ao novo coronavírus e, esta nova etapa nos aproxima da nossa missão de garantir a distribuição justa e igualitária da Vacina AZD1222. Nesse sentido, as doses serão comercializadas sem lucros durante a pandemia afim de ajudar a combater uma das maiores crises de saúde pública da atualidade", enfatiza

Ao reconhecer a necessidade de uma resposta rápida diante das maiores crises de saúde pública, a AstraZeneca vem trabalhando na criação de uma rede de produção e distribuição ao redor do mundo, unindo esforços com órgãos públicos e privados, pesquisadores e profissionais de saúde para distribuir mais de dois bilhões de doses da potencial vacina.

O AZD1222 foi co-inventado pela Universidade de Oxford e sua empresa de spin-out, Vaccitech. Ele usa um vetor viral de chimpanzé deficiente em replicação, baseado em uma versão enfraquecida de um vírus do resfriado comum (adenovírus) que causa infecções em chimpanzés e contém o material genético da proteína de pico do vírus SARS-CoV-2. Após a vacinação, a proteína de pico de superfície inicia uma resposta do sistema imunológico, produzindo anticorpos que devem ser capazes de atacar o COVID-19 se posteriormente infectar o corpo. 
 












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